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Cosud: governadores do Sul e Sudeste debatem proteção ambiental e transição energética no 2º dia de reuniões

Líderes estaduais destacaram agenda comum de reflorestamento e ressaltaram boas práticas de sustentabilidade

No segundo dia de reuniões do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, os governadores dos estados participantes se reuniram no Grupo de Trabalho do Meio Ambiente para debater ações conjuntas voltadas à proteção ambiental, reflorestamento e transição energética.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que o objetivo é transformar as discussões em ações concretas de sustentabilidade.

“Tenho certeza que temos uma agenda interessante de transformação energética. A adoção de novas frotas de veículos com combustíveis sustentáveis e a questão do reflorestamento, por exemplo, são todos temas muito importantes”, disse.

Outro assunto que também entrou na discussão foi a geração de energia renovável. Os líderes destacaram, durante o GT, as ações que já são tomadas pelos estados na área ambiental.

“Como consórcio, temos que expor essas medidas por meio de políticas públicas, mostrando nosso compromisso e responsabilidade. Isso vai desde ações concretas como o saneamento básico até coisas mais simples, como o plantio de árvores”, afirmou o coordenador do Cosud e governador do Paraná, Ratinho Júnior.

Para o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, a iniciativa dos governos estaduais em fazer mutirões de plantio é uma forma de dar exemplo.

“Temos que fazer o plantio para resgatar áreas degradadas, sequestrar carbono, preservar biodiversidade e produzir água. E também temos que fortalecer essa cultura do plantio, seja em escolas, em comunidades rurais ou em qualquer outro segmento”, destacou.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que o Brasil tem uma das legislações mais rigorosas do mundo na questão ambiental e na proteção do meio ambiente. Ele também ressaltou que os estados precisam divulgar as boas práticas já em vigor.

“A indústria do aço tem sofrido com a importação. E o aço que produzimos no Brasil, boa parte em Minas Gerais, é muito mais verde do que o aço que vem de fora, feito de fontes poluentes”, ressaltou.